Integrando o Twitter com seu Blog

No post anterior falei sobre o plugin Twittada e sua facilidade em exibir mensagens do Twitter. Agora falarei sobre outros plugins que também integram o Twitter com o WordPress.

Para enviar os posts do blog para o Twitter

  • Twitme – Envia os links de seus posts para o Twitter. Seu principal diferencial é a constante melhoria por parte dos desenvolvedores.
  • Twitpress – Também envia posts do blog para o Twitter.

Para exibir as mensagens do Twitter no blog

  • LifeStream – Exibe todo tipo de conteúdo através de feeds, principalmente redes sociais (inclusive o Twitter, claro!). Sem dúvida alguma um dos mais completos.
  • Twitter Tools – Este plugin foi desenvolvido por Alex King, famoso desenvolvedor para WordPress. Seu plugin permite tanto exibir conteúdo do Twitter como postar conteúdo do blog no Twitter.
  • Twitter Feed – É praticamente o Twitter dentro do seu blog, exibe as suas mensagens e a de todas as pessoas que você segue.

Outras interações com o Twitter

  • Tweetback – Se você acha que tem muita gente falando sobre seus post no Twitter agora é possível importá-los para os comentários com este plugin.
  • Tweet Tweet - Para fazer backup de suas mensagens e de quem você segue no Twitter.
  • TwitterCounter – Exiba o número de pessoas que lhe seguem no Twitter.

Você conhece e/ou utliza algum outro plugin sobre o Twitter? Compartilhe! :)

Publique códigos em seus posts com o SyntaxHighlighter

Blogs como o pBlog, onde vez ou outra aparecem códigos nos posts a fim de auxiliar os leitores, precisam dar mais atenção a este aspecto. Foi pensando nisso que implementamos por aqui o plugin SyntaxHighlighter, uma solução elegante e muito funcional para essa velha problemática.

Este plugin, na realidade, simplesmente traz para o WordPress, de maneira facilitada, o excelente JavaScript syntaxhighlighter, criado por Alex Gorbatchev. Isso quer dizer que as mesmas facilidades que este plugin traz podem ser usufruídas em outros projetos; basta pegar o código original, e adaptá-la, tal qual os desenvolvedores do plugin que ora explico fizeram.

A instalação segue o bom e velho esquema padrão do WordPress: baixe o plugin, descompacte-o, e envie a pasta (inteira) syntaxhighlighter para a /wp-content/plugins/. Depois, ative-o no painel administrativo, na guia Plugins, e ele estará pronto para uso.

O uso é simples. Quando for escrever um código, basta colocá-lo entre as tags especiais do plugin, e automaticamente o código gerado na saída estará formatado de acordo com a linguagem escolhida. O código tem uma estrutura própria: [ source language='css' ] /* aqui vai o código inteiro! */ [ /source ]. Note que utilizei espaços apenas para que o código não fosse convertido, pois caso fizesse certo, ou seja, tudo grudado, o resultado seria esse abaixo:

/* aqui vai o código inteiro! */

Há suporte a várias linguagens, cada uma com um código próprio, que deve ser inserido no atributo language='', de acordo com a desejada. Confira as linguagens suportadas, e seus respectivos códigos:

  • C++ — cpp, c, c++
  • C# — c#, c-sharp, csharp
  • CSS — css
  • Delphi — delphi, pascal
  • Java — java
  • JavaScript — js, jscript, javascript
  • PHP — php
  • Python — py, python
  • Ruby — rb, ruby, rails, ror
  • SQL — sql
  • VB — vb, vb.net
  • XML/HTML — xml, html, xhtml, xslt

Outro detalhe legal do plugin, é que no topo há atalhos úteis, como imprimir (print), copiar o código para a área de transferência (copy to clipboard) e ver em modo texto normal (view plain). No pBlog, aparentemente tais atalhos não estão funcionando; estamos averiguando o porquê disso, e logo todos estarão funcionais – assim esperamos :D .

E para a galera do WordPress.com, uma boa notícia: o syntaxhighlighter está disponível lá também! Aliás, foi graças a um blogger de lá, o Flavio Granero, que utiliza esse recurso nativo do WordPress.com, que descobri o plugin – valeu, Flavio!

Para fechar, confira alguns exemplos, usando linguagens diversas. Espero que esse plugin lhes seja útil, e até a próxima!

<?php
// ** MySQL settings ** //
define('DB_NAME', 'wordpress');    // The name of the database
define('DB_USER', 'root');     // Your MySQL username
define('DB_PASSWORD', ''); // ...and password
define('DB_HOST', 'localhost');    // 99% chance you won't need to change this value
define('DB_CHARSET', 'utf8');
define('DB_COLLATE', '');
var WPAjax = Class.create();
Object.extend(WPAjax.prototype, Ajax.Request.prototype);
Object.extend(WPAjax.prototype, {
WPComplete: false, // onComplete function
WPError: false, // onWPError function
defaultUrl: '', // We get these from WPAjaxL10n
permText: '',
strangeText: '',
whoaText: '',

WordPress 2.5 atrasado…

Update: adiaram em uma semana o lançamento do WordPress 2.5, conforme pode ser visto aqui. Ou seja, dia 17 de março – se tudo der certo…

***

O WordPress 2.5, segundo o roadmap oficial, deveria ter sido lançado há exatos quinze minutos. Enfim, deveria, já que, até agora, nada consta no site oficial (fiquem atentos a essa URL)…

Como pouca gente lembrou que hoje, 10 de março, teoricamente o WordPress 2.5 sairia, aproveite a lembrança do pBlog e faça os preparativos recomendados por Lorelle VanFrossen. Dentre eles, destaco:

  • Checar a lista de plugins e temas compatíveis;
  • Rodar o plugin WordPress Upgrade Preflight Check, que segundo Lorelle, verifica se sua instalação atual está apta a ser atualizada;
  • Fazer backup de tudo;
  • Antes de realizar a atualização de fato, desativar todos os plugins, e aproveitar a deixa para atualizar ou remover os que estiverem desatualizados.

Saindo dos preparativos, vamos dar uma repassada nas três principais novidades desta versão. A principal delas é a nova área administrativa, totalmente reformulada, tanto na parte visual, quanto na usabilidade. Durante o desenvolvimento, ela dividiu opiniões: uns, amaram, enquanto outros simplesmente detestaram – há até rumores de que estão portando a interface antiga para a nova versão.

Outra grande feature é o gravatar incluído por padrão, sem a necessidade de plugins e/ou códigos estranhos, apenas com uma template tag simples. Essa novidade é reflexo direto da aquisição do gravatar pela Automattic, empresa por trás do WordPress.

Por fim, mas não menos importante, agora é possível embarcar conteúdo multimídia diretamente da área de edição de posts: galerias de imagens, vídeos e músicas. Ainda não está muito claro como isso funcionará, já que nas versões demo o recurso estava desabilitado, mas é algo que merece atenção.

Até o momento, a equipe não se pronunciou sobre o atraso. Com isso, fica a dúvida: foi um atraso bobo, ou algo relevante? O mais preocupante é a quantidade de tickets abertos (ou seja, de bugs a serem analisados): mais de 400. Sei não…

Quando o WordPress 2.5 sair de fato, publicaremos um artigo mais calmo e detalhado sobre as todas novidades. Ah sim: antes, avisaremos a vocês, leitores.

Planejando a Instalação do WPMU: Banda, Plugins e Temas

Falar de planejamento é meio chato, mas se ele não for feito, você vai perder uns bons meses quebrando a cabeça (acredite em quem já passou por isso *rs)…

Não vou falar aqui em planejamento do negócio “Servidor de Blogs”, isso também é importante, mas o foco desse blog é o WordPress, portanto, vamos nos ater ao WPMU.

O Primeiro aspecto que eu falei no post anterior, foi sobre o provedor, mas complementando a dica de seleção de provedor, você pode usar a fórmula abaixo para calcular o tamanho da banda que você precisará. Muita coisa você vai ter que estimar, mas pelo menos você não sai no escuro:

  • Banda = (NB * KBP * PVM)/1.000.000

Legenda:

  • NB = Número previsto de Blogs
  • KBP = Tamanho médio das Páginas em KB (5 posts/página com 1 figura por Post + Adsense + 1 coluna de Widgetscostuma dar na média 200KB, se usar muitasfotos/vídeos hospedadas no Servidor,isso pode explodir, por isso incentive o uso do Flickr eYoutube)
  • PVM = Page Views Mensal por blog. (isso é um chute, pois você terá blogs de vários tamanhos, no Blog Profissional eu estimei, para a fase inicial, 30.000 (1.000/dia)

Desta forma, um provedor com 100 blogs e usando essas minhas médias precisaria de:

  • Banda = (100 * 200 * 30.000)/1.000.000 = 600 GB

Por isso recomendo a BlueHost com 6 TB (6.000 GB), lá você vai pagar POR ANO o que pagaria no Brasil por mês por uma banda bem menor.

Bom, depois disso você precisa decidir quais plugins irá utilizar. Tome cuidado nesse ponto, pois nem todo Plugin WordPress funciona no WPMU, e o pior, nem todos avisam, então você só descobre ao tentar usar…

Existe uma lista de plugins que funcionam no WPMU, no site WPMUDEV.ORG (adicione a seus favoritos, esse site é importante para quem quer ter um servidor de blogs com o WPMU), são 94 por enquanto, de tempos em tempo outros são incluídos. Isso não quer dizer que apenas esses funcionam, mas planeje um teste mais criterioso com os que não estão nesta lista, para evitar surpresas.

A primeira coisa a se falar sobre plugins no WPMU é que existem 2 diretórios para instalação de plugins: /wp-content/plugins/ e wp-content/mu-plugins. O primeiro diretório é para plugins ativados/desativados individualmente para cada blog. Já os plugins do diretório mu-plugins são ativados automaticamente para TODOS os blogs, sendo impossível desativá-los (somente apagando o plugin).

Outro ponto fundamental para o seu servidor são os temas. O WPMU vem com apenas 3 temas que nem merecem comentário, como todos sabem existem milhares de temas para o WordPress, mas a péssima notícia é que, assim como os plugins, nem todos funcionam para o WPMU.

Novamente no site WPMUDEV.ORG existe uma série de temas testados e aprovados para o WPMU, não se decepcione com os poucos arquivos (são apenas 14), alguns deles são coleções de temas: Farms Bumper Theme Pack (94 temas), Farms Really Big Theme Pack (67 temas), Blogono.com´s 58 Adsense Ready Themes (58 temas), Theme pack by Farms (25 temas) e Theme Pack (30 temas).

Cuidado ao instalar muitos temas no WPMU, pois ao contrário do WordPress.com, onde os temas são paginados 15 a 15 e existe um filtro onde você pode escolher o tipo de tema que quer ver, no WPMU isto não existe, todos os temas são apresentados numa tela só (imagine o tempo que demora para carregar uma página com 300 temas…) Até hoje não achei (e procuro há 4 meses) um plugin pra implementar essa funcionalidade. Se alguém encontrar ou tiver conhecimento de PHP suficiente para desenvolvê-lo, fale comigo…

No próximo post continuarei falando sobre planejamento e maiores detalhes sobre plugins.

Polêmica sobre desinstalação de plugins

Jeff, do Weblog Tools Collection, deu início a uma discussão acalorada e polêmica acerca da questão da desinstalação de plugins no WordPress. A bronca dele é pelo fato de que alguns plugins, quando desinstalados, não o fazem completamente; deixam para trás rastros como inclusões no banco de dados, e opções nos menus do painel administrativo.

Isso é comum, e de fato ocorre. Certa vez, instalei e usei, durante um tempo, um plugin para exibir asides em meu blog pessoal. Parei de usá-lo alguns meses depois, e o desativei no painel. Passados mais alguns meses, resolvi voltar a utilizá-lo, e assim que o ativei, tive uma (des)agradável surpresa ao constatar que as entradas escritas outrora ainda estavam lá, intocadas. Elas, obviamente, eram armazenadas no banco de dados, e por não ter um desinstalador eficiente, ficou para trás, mesmo sendo o plugin desativado.

Quem tem um conhecimento mínimo sobre banco de dados, pode fazer a limpeza manualmente, através de front-ends como o phpMyAdmin. Porém, o risco de fazer cagada, e o que é pior, com o banco de dados principal e em funcionamento, é grande.

Jeff, do artigo linkado no início deste post, cogitou a possibilidade do próprio WordPress inviabilizar a remoção de partes do banco de dados, por medidas de segurança. Mas quando entrou em contato com alguns desenvolvedores, um deles, Ronald Huereca, do plugin WP Ajax Edit Comments, eliminou a hipótese. Disse ele:

É responsabilidade do autor do plugin apagar qualquer coisa (incluindo opções e/ou tabelas do banco de dados) que o plugin utiliza. O autor deve permitir ao usuário fazer isso manualmente ou na desativação. Mas ao menos uma opção deve existir.

Atitudes concretas já surgiram após a publicação do manifesto de Jeff. Andrew Rickmann criou um plugin que desinstala outros plugins automaticamente. Os pré-requisitos para que ele funcione é o plugin a ser desinstalado contenha um arquivo de uninstall, e que ele esteja desativado. Nesta página há mais informações e o link para download do Fun with uninstallation 0.1.

E você, leitor o pBlog? Cuida bem do seu banco de dados? Já teve alguma experiência ruim com a desinstalação de plugins?

10 plugins úteis para Windows Live Writer

A loirinha Sarah Perez, em seu blog no On10, publicou uma lista contendo dez plugins úteis para o Windows Live Writer, editor de posts da Microsoft.

Detesto aplicações desktop para escrever em blogs, mas há muitos bloggers que não vivem sem elas. Dentre os plugins, há coisas interessantes, como um que integra o programa ao SkyDrive, serviço de armazenamento de arquivos da Microsoft, outro que dá ao programa a capacidade de “entender” HTML e CSS, e um que busca e insere automaticamente miniaturas de imagens de livros, direto da Amazon.

Para quem usa o Live Writer, é um prato cheio.