Mais alguns detalhes, a pesquisa foi realizada com 3700 pessoas, os ícones vencedores já virão no WordPress 2.7 RC1 e será possível criar um plugin para utilizar ícones personalizados.
Fonte: WordPress Blog
Mais alguns detalhes, a pesquisa foi realizada com 3700 pessoas, os ícones vencedores já virão no WordPress 2.7 RC1 e será possível criar um plugin para utilizar ícones personalizados.
Fonte: WordPress Blog
Lembra da questão dos ícones do novo menu do WordPress 2.7? Felizmente, muitos designers responderam ao chamado. Alguns sets de ícones foram pré-selecionados pela Automattic, e agora eles jogaram a responsabilidade convidaram usuários do WP para ajudarem na escolha do melhor. Como? Através de uma pesquisa - obviamente, powered by PollDaddy.
A pesquisa pede a opinião dos usuários acerca dos sets disponíveis, inclusive a atribuição de opiniões sobre cada ícone, que variam do “odiei” até “amei”. Há espaços para o usuário comentar sobre cada set, e também dar sugestões de novos formatos, e/ou de quais o agradou mais.
O prazo para o encerramento da pesquisa é de 48 horas, contadas a partir do post de ontem - que, sinceramente, não sei que horas foi publicado. Se manja inglês e tem bom gosto, dê um pulo lá, e ajude a deixar o WordPress mais bonitinho, hehe.
A idéia inicial deste post era apenas explicar porque eu utilizo uma licença Creative Commons e divulgar suas vantagens. Esta idéia surgiu depois que li o artigo Creative Commons: a cultura do remix e do compartilhamento no blog Revolução Etc e vi o vídeo abaixo que explica direitinho as vantagens deste tipo de licença.
Como vocês puderam observar no vídeo, a grande vantagem de se utilizar uma licença Creative Commons é deixar claro que, de forma geral, é possível copiar, distribuir, exibir e executar todo o conteúdo desde que seja dado o devido crédito, é como funciona na prática a internet, ou pelo menos deveria funcionar. Ao contrário disto, a licença Copyright nos obriga a solicitar autorização do autor antes de utilizar sua obra e isto, definitivamente, não funciona na internet, nem na teoria nem na prática.
Bom, o fato é que estava com alguns blogs abertos em meu navegador e por curiosidade resolvi dar uma olhada na licença que cada um utilizava, para minha surpresa (e decepção) a maioria estampava o velho Copyright no rodapé. Fiquei mais curioso ainda e resolvi fazer uma pesquisa na blogosfera brasileira, entrei no ranking do BlogBlogs e visitei os 100 primeiros. O resultado também decepcionante você pode ver no gráfico ao lado.Constatado que a maioria dos blogs sequer exibe a licença de uso e que outra grande parte utiliza o Copyright, resolvi lançar a Campanha pelo Uso da Licença Creative Commons. Para participar é muito simples, acesse o site Creative Commons, escolha uma licença, adicione no rodapé do seu blog e escreva um post sobre isso. Desta forma você estará contribuindo para uma internet menos burocrática e ao mesmo tempo divulgando a campanha. :)
Estreou esta semana no site do Discovery Channel a primeira parte da série Download: a verdadeira história da internet. Dividida em quatro partes (A Guerra dos Navegadores, A Pesquisa, A Bolha e O Futuro Digital) a série mostra em detalhes a maior revolução tecnológica da história.
A primeira parte foi disponibilizada no próprio site do Discovery Channel e você poderá assistir agora, já os demais episódios apenas pela TV à cabo (quintas 23h a partir de 11/09).
Fonte: ViuIsso?
Alguns blogs ocultam o formulário de pesquisa, com a clara intenção de vedar sua utilização, ou então para forçar os leitores a utilizar um serviço de terceiro (como o Google). Particularmente, prefiro sempre utilizar a busca do sistema, já que ela consulta o banco de dados diretamente, fornecendo resultados mais satisfatórios na maioria dos casos.
Mas, e quando o blogger esconde o formulário? Como fazer? É simples. O WordPress possui uma sintaxe padrão. Para ver o post cuja ID é 245, por exemplo, basta acessar a URL http://www.site.com/?p=245; para visualizar a categoria cuja ID é 6, a URL é http://www.site.com/?cat=6.
A pesquisa também tem um “código”, por assim dizer: http://www.site.com/?s=termo, onde “termo” é, obviamente, o termo a ser pesquisado. Pode-se buscar por duas ou mais palavras, bastando para tal separá-las com um sinal de mais. Assim: http://www.site.com/?s=termo+coisa.
Vale dizer que mesmo com o recurso URLs amigáveis habilitado, a sintaxe explicada acima continua funcionando, afinal, o que se faz com mod_rewrite é apenas um redirecionamento.