Como Integrar a Busca do Google a um Tema WordPress

Integrar a busca do Google ao WordPress é uma opção bastante interessante por dois motivos. Primeiro, pode render uma grana extra, pois aparece alguns anúncios do Adsense junto com os resultados. Segundo, exibe resultados por relevância utilizando o melhor algoritimo de busca da internet. Diante dos fatos vamos à prática.

O primeiro passo é criar a página no WordPress onde serão exibidos os resultados da pesquisa. Entre na administração do blog, clique em “adicionar nova” página e por enquanto apenas adicione um título, por exemplo Resultados da Pesquisa, e publique a página. O importante neste momento é sabermos qual o permalink dela, provavelmente será algo do tipo www.meublog.com.br/resultados-da-pesquisa, pois será necessário para configurar o Adsense para Pesquisas.

Agora acesse sua conta do adsense para copiar o código do formulário de busca e o código da página de resultado. Faça o login, clique na aba “Configuração do AdSense” e em seguida “AdSense para pesquisas“. Selecione a opção “Apenas os sites que eu selecionar” para o campo “Tipo de pesquisa“, adicione a URL do seu site no campo “Sites selecionados“, escolha as demais opções de acordo com sua preferência e clique em continuar. Na página seguinte escolha o modelo do formulário de busca que melhor se adequa ao seu blog e novamente clique em continuar. Agora você deverá colar a URL da página criada, neste exemplo foi www.meublog.com.br/resultados-da-pesquisa, e colar no campo “Abertura da página de resultados de pesquisa“, configurar a paleta de acordo com as cores do blog e continuar clicando em continuar. Na próxima página ative a opção “Salvar o mecanismo de pesquisa“, dê um nome à pesquisa e clique no botão “Enviar e obter código“. Por último você deverá copiar os dois códigos fornecidos pelo Adsense, um para o formulário de busca e o outra para a página de resultado. Veja abaixo as capturas de tela desta etapa.

Adsense parte 1

Adsense parte 1

Adsense parte 2

Adsense parte 2

Adsense parte 3

Adsense parte 3

Adsense parte 4

Adsense parte 4

Adsense parte 5

Adsense parte 5


De mãos dos códigos iremos agora substituir o formulário de busca do tema. Para isso basta abrir o arquivo searchform.php, que encontra-se localizado dentro da pasta do tema, e substituir todo o código existente pelo fornecido no Adsense (ver imagem Adsense parte 5 – Código da caixa de pesquisa). Feito isso é hora de adicionar o código da página de resultado (ver imagem Adsense parte 5 – Código dos resultados de pesquisa) na página Resultado da Pesquisa que criamos no início deste tutorial. Lembre-se de mudar para a aba HTML no momento em que for colar o código.

Adicionando o código na página de resultado

Adicionando o código na página de resultado

Pronto!! De agora em diante sempre que alguém fizer uma pesquisa em seu site o Google irá exibir os resultados. Espero que este tutorial seja útil para vocês e que eu arrume mais tempo para escrever no pBlog (o que está parecendo ser uma missão quase impossível). :)

p.s. Recebi esta semana um pendrive da IBM, enviado pela agência Riot, com a plataforma para gerenciamento de projetos IBM Rational. Este software utiliza metodologia de desenvolvimento bem mais simples, chamadas de Ágeis. Para quem trabalha com desenvolvimento de softwares vale a pena conferir, existe inclusive uma versão gratuita com suporte para até 3 usuários, visite www.viagemdosrping.com.br.

Pen drive IBM

Pen drive IBM


Google adquire plataforma de blogs Textcube

Text Cube Logo

Google compra TextCube

Recentemente o Google anunciou a aquisição da plataforma de blogs coreana TextCube e em virtude disto alguns blogs andaram especulando sobre a intenção do Google concorrer com o WordPress. Na verdade ela já concorre com o Blogger versus o WordPress.com, mas com esta aquisição também irá concorrer em servidores independentes, visto que o TextCube é uma ferramenta gratuita distribuida sob uma licença GNU-GPL e necessita apenas de um servidor LAMP (linux + Apache + MySQL + PHP), assim como o WordPress.

Outros aspectos importantes nesta compra é que os principais blogueiros coreanos já utilizam esta plataforma e esta possui uma excelente integração com redes sociais. Já apareceu até gente fazendo comparação entre as duas plataformas e afirmando que TextCube é tecnicamente melhor que o WordPress, será?

Chrome, o navegador do Google!

Foi lançado hoje o navegador do Google, o Chrome. Acabei de instalar (em poucos minutos) e já estou escrevendo este post com ele. A primeira impressão está sendo excelente, muito leve e muitíssimo rápido, estou impressionado.

As principais novidades são: página inicial exibindo miniaturas dos sites que você mais visita, possibilidade de salvar um favorito na área de trabalho ou no menu iniciar e abri-lo em um janela sem abas (como um aplicativo desktop), modo anônimo que permite navegar sem salvar informações no histórico e importação de conteúdo de outros navegadores como favoritos, senhas e histórico.

O visual do Chrome é outro destaque, limpo, elegante e bastante funcional, deixando uma enorme área para navegação. Por enquanto estou sentindo falta apenas dos milhares de plugins disponíveis para o Firefox, mas vamos aguardar um pouco, afinal o Chrome é open source.

Vou confessar que fiquei muito surpreso com o lançamento do Chrome, afinal o Google sempre incentivou o uso do Firefox e por isso achava que seu foco principal seria sempre aplicativos web. Agora voltou a passar pela minha cabeça, será possível que no futuro o Google lance um sistema operacional? É aguardar pra ver…

Como melhorar os ganhos com o Adsense

No canal Google Channel Brasil, o canal oficial de vídeos do Google Brasil, é possível assistir uma incrível palestra sobre otimização do Adsense. São mais de 50 minutos explicando quais são os formatos que geram mais retorno, onde posicionar os anúncios, quais cores utilizar e muito mais. O vídeo vale cada minuto, não deixem de ver!

Outra fonte de informação bastante interessante é o artigo O Guia Definitivo do Adsense do Patrick Negri, que ao contrário do vídeo acima, dá dicas sobre o adsense baseado na experiência de quem publica os anúncios, ou seja, os próprios editores. Com sua experiência com o Adsense, Patrick analisou sites e livros de blogueiros americanos com ganhos superiores a US$10.000 e resumiu tudo no artigo.

Comparando as duas fontes percebi algumas contradições, por exemplo, no vídeo do Google é recomendada a utilização de anúncios de imagens, enquanto no artigo do Patrick ele diz: “Esqueça os anúncios de imagem”. São as estatísticas do Google contra a experiência dos blogueiros, e agora?!?!?

Google Analytics no desktop via Adobe AIR

Ainda não conhece o Adobe AIR? Trata-se de uma solução da Adobe que junta o melhor da web com o melhor do desktop: programas bonitos e bem feitos que interagem com serviços web. A versão do AIR saiu recentemente, mas mesmo antes disso, já havia alguns programas legais disponíveis. E é justamente um deles que nos interessa hoje, o Google Analytics Reporting Suite.

Explicando de maneira bastante superficial, o GARS é o Google Analytics no desktop. Logo depois de instalá-lo, faz-se necessário configurar suas contas no serviço. Cumprida esta etapa, as estatísticas dos seus blogs e sites apareceram, da mesma forma que aparecem no navegador, mas com destalhes estéticos diferentes e, não sei se é impressão minha ou não, de forma mais ágil. Confiram uma imagem:

Google Analytics Reporting Suite.

Uma mão na roda para quem, como eu, utiliza o Analytics para gerar estatísticas de visitação dos blogs.

Mudanças nas referências do AdSense

A referência do AdSense, que era (note o verbo no pretérito) a mais interessante dentre todas oferecidas pela Google, foi mudada para pior…

No esquema que, pelo menos na minha conta, ainda está em vigor, ganha-se U$ 5,00 quando um indicado faz o mesmo valor, e U$ 250,00 quando ele chega a U$ 100,00 pela primeira vez. Sem falar no bônus de U$ 2.000,00, caso 25 indicados cheguem a U$ 100,00. O prazo para todas essas premiações é de 180 dias, a partir da inscrição do indicado.

Era excelente. Só que voltaram ao esquema antigo: U$ 100,00 quando o indicado faz o mesmo valor, e só. Segundo publicação no blog oficial em inglês, a esquemática anterior (e mais generosa para com os editores) era apenas um teste. A outra notícia, que chateou principalmente os editores asiáticos e da Oceania, simplesmente eliminou a referência do sistema, exceto para o Japão, América do Norte e América Latina – aliás, aula de geografia pra eles; não era mais fácil dizer só América, ao invés de do Norte e Latina? :P .

Não fui o único que achou essas mudanças extremamente estúpidas… Algumas teorias dizem que há uma superpopulação de editores, o que teria motivado tais mudanças que, claramente, desestimulam a inscrição de novos editores. É cedo para afirmar, e não há nenhum embasamento concreto que sustente essa hipótese. De minha parte, já utilizava em poucos e específicos casos a referência, e com essa agora, cogito seriamente abandoná-la de vez.