Tema Copyblogger Upgraded

Chris Pearson é um dos nomes mais famosos quando o assunto é temas para WordPress. Seu portifólio tem poucos trabalhos, mas todos são reconhecidos mundialmente, e o último deles, o framework pago Thesis, é largamente elogiado e usado.

Antes do Thesis, porém, os trabalhos mais conhecidos de Pearson eram o onipresente Cutline, e o simpático Copyblogger. O Cutline, já há algum tempo, foi atualizado para suportar as novas vantagens do WordPress 2.7, como threads nos comentários, mas o Copyblogger ainda hoje permanece esquecido – a última entrada no blog oficial é de julho de 2007…

Felizmente, alguém resolveu dar seguimento ao projeto. Um tiozinho identificado como Costa criou um fork do Copyblogger original, batizou-o criativamente de Copyblogger Upgraded, e fez diversas melhorias no código original, mantendo a boa e comprovada simplicidade e SEO.

Basicamente, o trabalho de Costa foi adicionar as threads aos comentários, e o sistema de alinhamento automático de imagens. Para não ficar no arroz com feijão, ele criou um CSS custom totalmente opcional que dá um tapa no visual do tema. Observe o comparativo:

Copyblogger Upgraded.

Copyblogger Upgraded.

Para realizar as alterações, que além do CSS, incluem também o uso de imagem no cabeçalho, basta “descomentar” dois trechos no stylesheet.css, ambos explicados no post original (mesmo não sabendo inglês, basta localizá-los e descomentá-los, sem segredo).

O Copyblogger é um excelente tema, simples, bem construído e bonito. Com as modificações do Costa, fica melhor ainda. Se está em dúvida sobre qual tema escolher para seu blog, aqui está uma boa opção.

Automattic anuncia suporte a RSS Cloud

Foto padrão de posts com a palavra 'cloud'.

Foto padrão de posts com a palavra 'cloud'.

Atualmente, após publicar um post no blog, os agregadores de feeds não o identificam em tempo real. Em regra, há um atraso de vários minutos entre a publicação e o recebimento do conteúdo por serviços como Google Reader e Netvibes. Isso é compreensível, uma limitação do RSS, acrônimo de Really Simple Syndication.

O fato de ser compreensível, porém, não impede que melhorias nesse ponto crítico da tecnologia sejam criadas. E, assim, nasceu o RSS Cloud, novo elemento dessa salada que, enfim, torna o RSS uma ferramenta que trabalha em tempo real. Numa analogia muito feliz do ReadWriteWeb, a diferença entre o que temos hoje e o que está por vir é algo como checar o e-mail manualmente e recebê-los automaticamente através de um sistema de push mail, como dos smartphones da Blackberry.

Ontem, o RSS Cloud ganhou um impulso fortíssimo para sua consolidação. A Automattic, empresa por trás da marca WordPress, anunciou que todos os blogs hospedados no WordPress.com contam, a partir de agora, com suporte a RSS Cloud. Para blogs com hospedagem própria (WordPress.org), este plugin produz o mesmo efeito, e, particularmente, acredito que as funcionalidades dele serão implantadas no core do sistema na próxima grande atualização.

Apesar das boas novas, ainda não poderemos usufruir dessas vantagens. O RSS Cloud depende de esforços das duas pontas: do site que gera o RSS, e do agregador de feeds. Até o momento, apenas o River2 suporta RSS Cloud.

É o primeiro passo rumo aos feeds em tempo real, algo que, se não revolucionará, será um adendo muito bem-vindo a essa extremamente útil ferramenta.

Fonte: Mashable.

Novo ataque afeta versões antigas do WordPress

Um novo tipo de ataque contra blogs que rodam sob WordPress foi descoberto, segundo Lorelle VanFossen. Ele afeta blogs que rodam versões desatualizadas do WordPress (anteriores à 2.8.4), e o número de endereços afetados está crescendo em alta velocidade.

A primeira atitude a tomar é, obviamente, atualizar seu WordPress. Independente de qual versão esteja rodando, atualize o sistema para a 2.8.4 imediatamente. Também é sugerido alterar senhas de acesso ao WordPress, FTP e outras mais que porventura seja usadas, usando sempre senhas fortes – o WordPress possui um verificador de força de senhas embutido.

Para saber se seu blog foi afetado, há duas maneiras:

  • Permalinks estranhos, como por exemplo: example.com/category/post-title/%&(%7B$%7Beval(base64_decode($_SERVER%5BHTTP_REFERER%5D))%7D%7D|.+)&%/. As palavras “eval” e “base64_decode” indicam o problema;
  • Inclusão de um usuário estranho, geralmente “Administrator (2)”, no rol de usuários do WordPress.

Se um ou ambos os indícios aparecerem em seu blog, é preciso reinstalá-lo completamente. Pelo que se sabe até o momento, o ataque afeta o banco de dados, logo, não basta apenas excluir os arquivos do WordPress e reenviá-los. É necessário exportar o conteúdo usando o sistema nativo do WordPress (Ferramentas [Tools], Exportar [Export]), e importá-lo para uma instalação limpa do sistema. Aproveite e reenvie, também, o próprio WordPress, lembrando de salvar temas, plugins e, principalmente, os arquivos de mídia (/wp-content/uploads).

A Automattic ainda não se pronunciou sobre o assunto. Blogs hospedados no WordPress.com não são afetados. E, mais uma vez, o mundo mostra a importância de manter sistemas, programas e aplicações atualizadas…

Dicas para lidar com trolls

Se você tem um blog que recebe comentários, certamente já se deparou ou algum dia se deparará com trolls. Troll é a alcunha dada àqueles que entram em discussões não para defender pontos de vista, nem para discutir saudavelmente, mas apenas para causar tumulto. Ele nunca concorda com nada, sempre critica negativamente o trabalho, agride os demais comentaristas e o blogger, enfim, cria o caos. Se for uma gangue de trolls, então, o problema é multiplicado.

Troll.

Troll.

O termo “troll” vem da mitologia nórdica, e refere-se a uma raça de terrívels e maldosos gigantes que habitavam cavernas nas colinas. Numa analogia mais próxima do mundo ocidental, o troll assemelha-se bastante ao ogro, famoso por conta do filme Shrek. Mas o próprio troll também tem sua cota de fama, graças a J. R. R. Tolkien e sua inclusão no best seller O Senhor dos AnéisPor conta dessa agressividade e animosidade do troll “de verdade”, adotou-se o termo para internautas que agem de maneira similar na frente de um monitor.

Lidar com trolls é chato e desgastante, mas existem algumas dicas, que recaem mais na engenharia social do que em WordPress e programação, que surtem efeitos animadores. Tenho problemas do tipo especialmente no WinAjuda. Se escrevo algo elogiando o Windows, ou então qualquer (note bem: qualquer) texto sobre um navegador específico, a guerra começa nos comentários. Ultimamente tenho levado vantagem nessa disputa, e explicarei, agora, minhas táticas.

A primeira e mais importante dica é: não alimente trolls. Essas pessoas são movidas pelo contraditório, e como não têm argumentos, vivem da raiva que provocam nos outros. Se um escreve alguma babaquice, e vinte outros comentaristas o respondem, ele se sente no centro das atenções, e continua os ataques, formando um ciclo infinito que o levará à loucura. Se em discussões entre pessoas civilizadas raramente um dá o braço a torcer, imagine discutindo com um troll? Iniciar uma discussão pode ser um caminho sem volta…

A próxima dica, então, tem relação direta com a de cima: apague comentários de trolls. Isso corta o problema pela raiz, não dá brecha para discussões intermináveis e desagradáveis, e atinge o troll no ponto em que mais dói: sua liberdade de se expressar em seu blog. Quando isso acontece, o argumento do troll muda. Ele clama pela Constituição, o sagrado direito de liberdade de expressão, a democracia do blog, que o blogger é ditador, e essas abobrinhas do tipo. Exemplo prático:

Troll bravinho.

Troll bravinho.

Deixe ele falar sozinho. Não sei quanto a vocês, mas meu blog não é terra de ninguém. Eu, como administrador, respondo por tudo que é veiculado ali, inclusive UGC. Portanto, me dou o direito de decidir o que é e o que não é publicado.

Veja que esse pulso firme recai apenas sobre trolls. Não apago comentários contrários aos meus posicionamentos, nem que apontem erros em meus posts. Embora tenha essa liberdade, e, numa análise fria, não haja nada de errado com isso, não é justo para com meus leitores. Há que se separar leitores de trolls; os últimos não merecem crédito, querem apenas destruir. Respondo na mesma moeda.

Ao apagar o comentário do troll, prepare-se para o revide. Ele virá com tudo, mandando um mesmo comentário-resposta várias vezes, apelando para a democracia (exemplo acima), ou partindo logo para a ignorância, como esse outro exemplo:

Que mensagem linda :-) .

Bela argumentação, hein?

É hora de bloquear o troll. O WordPress possui um sistema de bloqueio de comentários nativo, que consegue barrar os baderneiros em 90% dos casos. A menos que ele seja esperto o suficiente para reconhecer o padrão de bloqueio, e mais ainda para alterar o próprio IP, funciona. Desde que comecei a aplica esses procedimentos descritos no post, nenhum troll conseguiu burlar esse bloqueio simples.

Na área administrativa do WordPress, entre em Settings, depois em Discussion. No campo Comment Moderation, há uma textarea bem grande. Tudo que for colocado ali, caso conste n’algum comentário, mandará esse para a moderação. Assim sendo, abra a página de comentários, e insira nome, e-mail e IP do troll nessa lista. Não se esqueça de salvar as alterações (botão Save Changes).

Comentários de trolls caem na moderação.

Comentários de trolls caem na moderação.

E, assim, provavelmente seus problemas com trolls diminuirão. Esteja sempre alerta, procure meios não convencionais de lidar com eles, sempre evitando o combate direto, e use o bom senso. Essas são as melhores armas contra os trolls, a escória da Internet.

Como migrar um blog WordPress para a (mt) Media Temple?

Houve uma época em que a Dreamhost despontou como o Olimpo para blogs médios e grandes. Limites de transferência na casa dos TB, espaço em disco a perder de vista, domínios praticamente ilimitados… Na teoria, realmente, é o paraíso. Mas, tal qual a Tekpix nos ensina todos os dias, quando a oferta é muito boa, deve-se desconfiar. E quem migrou blogs de grande visitação para lá logo viu que, afinal, o paraíso não é tão agradável como pintam.

Com trocentos sites hospedados por máquina, os limites generosos da Dreamhost empacam em limitações físicas dos servidores. Se seu site sobrecarrega, recebe um Digg-effect, ou simplesmente tem visitação acima do irrisório, o servidor em que ele está hospedado pede água e você começa a incomodar os nanicos que estão na mesma máquina. E isso é só o começo da dor de cabeça…

(mt) Media Temple.

(mt) Media Temple.

Recentemente, a (mt) Media Temple surgiu como uma alternativa “premium” à Dreamhost. O preço é um pouquinho mais elevado (começa em U$ 20,00/mês), mas em compensação os servidores aguentam o tranco melhor. Então, após ouvir muitas críticas positivas de amigos e contatos, assim que o WinAjuda saiu do iG, imediatamente assinei um plano com a (mt).

Backup feito, chegava a temida hora da restauração no novo servidor. Bati muito a cabeça, perdi dois dias e uma noite, mas, afinal, consegui. Ou melhor, conseguimos. Não fosse a imprescindível ajuda de vários amigos que se dispuseram a encarar esse desafio comigo, certamente ainda estaria com o site fora do ar e passando raiva. Agradecimento especial ao Vinícius Figueiredo, que matou a charada e permitiu a restauração perfeita do blog no novo servidor.

Para ajudar quem, porventura, migre para a (mt) algum dia, e de quebra contar a saga da migração, eis o post que você está lendo. Prontos para começar? Então vamos!

Backup

No servidor antigo, não tinha acesso aos bancos de dados pelo phpMyAdmin. Podia conectar-me a eles, mas através de um front end externo, como o MySQL-Front. A primeira tentativa de backup foi por ele. Frustrada. Não sei por qual motivo, mas os caracteres especiais (ã, é, ç) corrompiam durante o backup. Mostrou-se totalmente inútil.

Então, lembrei-me de um plugin muito útil para WordPress, o WP-BD-Backup. Com ele o backup ficou perfeito, com caracteres especiais mantidos, como deve ser. Então, fica a dica: tenha sempre esse plugin instalado e faça backups regulares do seu blog!

De resto, baixei temas, plugins e os arquivos da pasta /wp-content/uploads/. Há quem prefira baixar o WordPress inteiro do servidor antigo, mas não acho necessário. Nem mesmo plugins e temas o são. Baixei mesmo só por comodidade – tanto que reinstalei os plugins manualmente depois, e só restaurei um tema, o que está em uso.

Preparação

É preciso criar um banco de dados na hospedagem nova. Isso é bem simples na (mt), o painel é intuitivo e fácil, e se você está fazendo essa migração sozinho(a), certamente sabe como proceder. O usuário do BD é assimilado automaticamente aos bancos criados, então, não precisa preocupar-se com isso. Os dados de usuário, senha e host vêm na carta de ativação da hospedagem.

Se quiser, pode enviar os arquivos do WordPress para o servidor antes de proceder à restauração do banco de dados. Só bloqueie a instalação de alguma maneira, para evitar que algum engraçadinho fique brincando. Por exemplo, renomeie a pasta /wp-admin/, ou então o arquivo wp-config.php.

O banco de dados salvo pelo WP-BD-Backup vem compactador (*.tar.gz). É necessário descompactá-lo, algo que qualquer programa do gênero decente (7-Zip, WinRAR) faz sem maiores problemas. Feito isso, envie o arquivo *.sql para a pasta html do seu domínio, na (mt).

phpMyAdmin ou SSH?

A (mt) possui phpMyAdmin, mas ele é meio inútil para importação de bancos, afinal, só funciona com BDs que tenham menos de 10 MB. O do WinAjuda tem 40 MB, então… passei.

A outra maneira de restaurar bancos de dados é via SSH. Pode ser um bicho de sete cabeça para muita gente (eu incluso), mas é possível domá-lo, principalmente pela excelente documentação da hospedagem.

Antes de qualquer coisa, é preciso habilitar SSH na sua conta. Por questões de segurança, esse recurso vem desabilitado por padrão. No painel administrativo, clique em Server Administrator. Na próxima tela, marque a opção Enable para SSH options, e clique em Save. Pronto!

Para conectar via SSH, no caso do Windows, é preciso um programa de terceiro. O PuTTy é o que eu conheço, e funciona bem. Baixe-o, e prepare-se: a migração vai começar!

Restaurando um banco de dados através do PuTTy

A primeira conexão, provavelmente, falhará. Abra o PuTTy, e em Host Name, escreva o endereço do seu servidor na (mt). Ele provavelmente segue esse formato: sXXXXX.gridserver.com. Deixe a porta 22, do jeito que está, e marque a opção SSH. Tente conectar. Para tal, use seu domínio principal sem “www” como login, e a senha geral, a mesma dos outros serviços (FTP, MySQL, etc.). Não deu, né?

Normal. É preciso liberar seu IP no painel administrativo da hospedagem. Faça login novamente no painel, e ao entrar lá, um popup surgirá informando que houve uma tentativa de conexão via SSH. Do lado direito, há um botão escrito Unblock. Clique nele, aguarde 10 minutos e tente conectar novamente. Agora vai.

Usuários pós-Windows 95 sentirão calafrios ao ver essa tela:

PuTTy em ação.

PuTTy em ação.

Não é preciso ser fera, basta conhecer alguns comandos:

  • ls: lista arquivos e diretórios (pastas);
  • cd [nome do diretório]: acessa diretório especificado.

Para o que vamos fazer, isso é mais que suficiente. Navegue até a pasta html do seu domínio. Para encurtar a história, digite isso e dê Enter no final:

cd domains/dominio.com/html

Substitua “dominio.com” pelo seu domínio (Mr. Óbvio ataca novamente!). Dê um ls, e você verá a estrutura de arquivos e diretórios. Dentre eles, deve estar o banco de dados enviado antes de começarmos isso tudo. Está lá? Pois agora basta chamar o mysql para fazer o trabalho. E é aqui que está o pulo do gato.

A documentação da (mt) passa esse comando (NÃO O EXECUTE!):

mysql -u Username -p dbname < dbname.sql

Fiz e refiz ele mais de dez vezes, e em todas os caracteres corromperam. Mudei o charset do banco, mas nada de funcionar. Aí apareceu o Vinícius, e deu a dica: “obrigar” o importador a fazer o processo usando UTF-8. Bastou um adendo à sintaxe acima, e tudo funcionou maravilhosamente bem. Então, anotem essa sintaxe e guardem-na com suas vidas (ESTE É O COMANDO CERTO):

mysql -u Username -p --default_character_set utf8 dbname < dbname.sql

O comando --default_character_set utf8 (dois hífens no começo) força o banco de dados a usar UTF-8, e com isso, os acentos aparecem corretamente. O mais interessante é que essa dica funciona para qualquer banco de dados com caracteres especiais. Horas mais tarde, fiz o mesmo procedimento com o phpBB (sistema de fóruns), e funcionou de primeira. Senti um alívio tremendo quando abri o phpMyAdmin e vi um “Ícones do Office…” na tabela de posts do banco de dados :-) .

A dica acima vale para o plano de hospedagem compartilhada, o (gs) Grid-Service. Nos demais planos, o procedimento, se não for igual, é parecido.

Espero que o tutorial seja útil a quem, algum dia, pretender migrar um banco de dados grande. Embora a dica seja baseada na (mt) Media Temple, ela funciona em qualquer hospedagem que ofereça acesso via SSH.

Tags 2 Meta Generator

Parece nome de produto da Tabajara, mas é um plugin simples, discreto e que faz exatamente o que eu quero. Antes de destrinchar o Tags 2 Meta Generator, um pouco de história.

Como alguns acompanharam ontem, o WinAjuda, blog que administro, não está mais sob as asas do iG, de quem era parceiro de conteúdo até anteontem. Com o fim da parceria, tive que juntar meus trapinhos e buscar outro lugar para hospedar o site. Após quase dois dias quebrando a cabeça com o maldito charset do banco de dados (ainda contarei, aqui no pBlog, como resolvi o problema), consegui fazer a transição de modo indolor. Aproveitei o embalo, e desativei todos os plugins, com a intenção de fazer uma limpa e procurar alternativas a alguns que estava me desagradando.

Eu usava, há anos, uma versão do wpSEO do tempo que ele era gratuito e seu site só estava disponível em alemão – deu pra ter noção da idade do plugin? Ele é como se fosse um All in One SEO Pack premium, tem uma série de recursos bacanas, dos quais o que eu mais gosto é a conversão de excerto e tags (do WordPress) em tags (HTML) meta description e meta keywords, respectivamente. Tudo é transparente, não é preciso preencher campos adicionais, como no All in One SEO Pack. Basta escrever um post normalmente, preencher o excerto (ou não, caso em que ele é gerado automaticamente) e colocar as tags, e esse trabalho de SEO é feito, sozinho, sem intervenção.

Problema: o plugin era muito velho. Tem versão atualizada, mas é paga, e eu não pagaria um tostão só para ter meta tags no cabeçalho do meu blog. Quando você se vê nessa situação, o que faz? Chama o Chapolin Colorado Busca alternativas.

Bastou uma pesquisa, e na primeira página de resultados do WordPress Extend, encontrei o Tags 2 Meta Generator. A descrição pareceu-me promissora:

An extensive WordPress plug-in that generates META tags automatically for your posts! Let it be your post or home page, this little plug-in does it job automatically.

Vamos testar, né? Então, o fiz. E me arrependi de não ter procurado algo do gênero antes. O plugin está na versão 0.1, mas pelo que apresenta, e da maneira que o faz, não precisa outra. O T2MG adiciona as meta tags nos posts de acordo com o título e as tags. Aí está a única diferença: ao invés de pegar o excerto, ele usa o título do post como meta description. Não sei se isso é bom ou ruim em termos de SEO, mas, como meta tags não têm lá muita relevância nos mecanismos de busca atuais, se houver impacto, ele será mínimo, para mais ou para menos.

Tags 2 Meta Generator em ação.

Tags 2 Meta Generator em ação.

O plugin só age em posts e páginas. Nas páginas, coloca como keywords as categorias do blog. Quando não há tags definidas no post, ele deixa de exibir a meta tag correspondente. Atualizou, acrescentou ou removeu uma tag de um post? A atualização da meta tag é em tempo real.

O melhor de tudo é que basta ativar o plugin, e esquecer que ele existe. Não é preciso configurá-lo, nem fazer manutenção.