- Booking Calendar – plugin que permite adicionar um sistema de reservas em seu site WordPress, muito útil para hotéis, pousadas, aluguéis de carros, etc;
- BuzzVolume – site brasileiro que agrega os links mais populares do Twitter. Possui widget que facilita a divulgação do conteúdo do blog no Twitter.
- KeKo – tema gratuito para WordPress com visual muito legal e diversos recursos.
- Author Exposed – interessante forma de exibir os detalhes sobre autor do post.
- Remover mensagens de erro do login – saiba como remover as mensagens de erros exibidas pela WordPress quando o login não é bem sucedido, afinal estas mensagens podem ser usadas por hackers para tentar invadir seu blog.
- Editor de imagens no WP 2.9 – É provável que a próxima versão do WordPress venha com um editor de imagens integrado, com ele será possível, redimensionar, cortar, girar…
- 40 ferramentas para desenvolvedores web – lista de softwares indispensáveis para todo e qualquer desenvolvedor web.
Arquivos Mensais:setembro 2009
Tema Copyblogger Upgraded
Chris Pearson é um dos nomes mais famosos quando o assunto é temas para WordPress. Seu portifólio tem poucos trabalhos, mas todos são reconhecidos mundialmente, e o último deles, o framework pago Thesis, é largamente elogiado e usado.
Antes do Thesis, porém, os trabalhos mais conhecidos de Pearson eram o onipresente Cutline, e o simpático Copyblogger. O Cutline, já há algum tempo, foi atualizado para suportar as novas vantagens do WordPress 2.7, como threads nos comentários, mas o Copyblogger ainda hoje permanece esquecido – a última entrada no blog oficial é de julho de 2007…
Felizmente, alguém resolveu dar seguimento ao projeto. Um tiozinho identificado como Costa criou um fork do Copyblogger original, batizou-o criativamente de Copyblogger Upgraded, e fez diversas melhorias no código original, mantendo a boa e comprovada simplicidade e SEO.
Basicamente, o trabalho de Costa foi adicionar as threads aos comentários, e o sistema de alinhamento automático de imagens. Para não ficar no arroz com feijão, ele criou um CSS custom totalmente opcional que dá um tapa no visual do tema. Observe o comparativo:

Copyblogger Upgraded.
Para realizar as alterações, que além do CSS, incluem também o uso de imagem no cabeçalho, basta “descomentar” dois trechos no stylesheet.css, ambos explicados no post original (mesmo não sabendo inglês, basta localizá-los e descomentá-los, sem segredo).
O Copyblogger é um excelente tema, simples, bem construído e bonito. Com as modificações do Costa, fica melhor ainda. Se está em dúvida sobre qual tema escolher para seu blog, aqui está uma boa opção.
Como criar um arquivo de tradução para seu tema
Quem já traduziu um tema WordPress que não possui arquivo de tradução sabe como é chato procurar palavra por palavra no código de todos os arquivos e substituí-las pela correspondente em português. O mesmo não acontece com temas “internacionalizados” (que infelizmente são raros) pois estes possuem um arquivo do tipo .po (Portable Object) que contem uma lista com todas as palavras a serem traduzidas. Assim basta abrir o arquivo, utilizando o PoEdit (software desenvolvido exatamente para isso), clicar nas palavras ou expressões, digitar suas traduções e salvar na pasta do tema. É bem mais fácil e rápido, pode ter certeza!
Se você quiser criar este aquivo de tradução para o seu tema (ou plugin, o procedimento é igual), basta seguir o passo-a-passo abaixo. Tenho certeza que isso estimulará usuários de outros países a traduzir seu tema/plugin, o que os tornará mais populares.
Passo 1 – Adicionar código no arquivo functions.php
Crie um arquivo chamado functions.php em seu tema e adicione o código abaixo. Isto fará com que o WordPress saiba que seu tema possui suporte a internacionalização. Se o seu tema já possui o arquivo, basta acrescentar o código.
load_theme_textdomain( 'Nome do Tema', TEMPLATEPATH.'/languages' ); $locale = get_locale(); $locale_file = TEMPLATEPATH."/languages/$locale.php"; if ( is_readable($locale_file) ) require_once($locale_file);
Na linha 1 substitua “Nome do Tema” pelo nome do seu tema.
Passo 2 – Substituindo os textos pelo código PHP
Agora vem a parte mais trabalhosa, principalmente se você já possui o tema pronto. Se você ainda vai codificar o layout o trabalho não é tão grande assim. Para que o sistema entenda que aquela palavra ou expressão é “traduzível”, será necessário utilizar a função gettext do PHP utilizando os seguintes padrões:
<?php _e("Escrito por", "Nome do Tema"); ?>
Ou
<?php the_content(__('Leia mais...', "Nome do Tema")); ?>
O primeiro caso com “_e” você utilizará para substituir textos simples e o segundo para substituir textos que estão dentro de tags PHP. Lembrando que o “Nome do Tema” deverá ser o mesmo utilizado no arquivo functions.php. Este procedimento deverá ser feito em todos os arquivos do tema.
Passo 3 – Criando o arquivo .po
Para gerar o arquivo de tradução .po iremos utilizar uma ferramenta online chamada icanlocalize.com. Para isso compacte todos os arquivos do seu tema em formato .zip, clique no campo PHP file to process, selecione o arquivo zipado e clique emSend file. Faça o download do arquivo .po, edite-o utilizando o PoEdit para criar uma versão em inglês, crie uma pasta chamada languages dentro do tema e salve-o com o nome en_US.po. Você verá que o PoEdit também salvará outro arquivo com o mesmo nome mas com a extensão .mo, trata-se de uma versão compilada do mesmo arquivo. Salve-a também na pasta do arquivo.
Desta forma se o usuário definiu o WPLANG do arquivo config.php do WordPress como en_US, o sistema irá automaticamente exibir os textos contidos no arquivo en_US.po. Caso esta variável esteja definida para outra língua que não exista um arquivo .po correspondente, o WordPress irá exibir o texto que foi adicionado dentro do código do tema. Por esse motivo talvez seja melhor adicionar o texto em inglês dentro do tema e criar um arquivo de tradução pt_BR, assim também ajudará outros usuários a traduzir o tema para outras línguas, já que o inglês é uma língua que mais possoas a utilizam, principalmente na internet.
Fonte: Planeta WordPress
Automattic anuncia suporte a RSS Cloud

Foto padrão de posts com a palavra 'cloud'.
Atualmente, após publicar um post no blog, os agregadores de feeds não o identificam em tempo real. Em regra, há um atraso de vários minutos entre a publicação e o recebimento do conteúdo por serviços como Google Reader e Netvibes. Isso é compreensível, uma limitação do RSS, acrônimo de Really Simple Syndication.
O fato de ser compreensível, porém, não impede que melhorias nesse ponto crítico da tecnologia sejam criadas. E, assim, nasceu o RSS Cloud, novo elemento dessa salada que, enfim, torna o RSS uma ferramenta que trabalha em tempo real. Numa analogia muito feliz do ReadWriteWeb, a diferença entre o que temos hoje e o que está por vir é algo como checar o e-mail manualmente e recebê-los automaticamente através de um sistema de push mail, como dos smartphones da Blackberry.
Ontem, o RSS Cloud ganhou um impulso fortíssimo para sua consolidação. A Automattic, empresa por trás da marca WordPress, anunciou que todos os blogs hospedados no WordPress.com contam, a partir de agora, com suporte a RSS Cloud. Para blogs com hospedagem própria (WordPress.org), este plugin produz o mesmo efeito, e, particularmente, acredito que as funcionalidades dele serão implantadas no core do sistema na próxima grande atualização.
Apesar das boas novas, ainda não poderemos usufruir dessas vantagens. O RSS Cloud depende de esforços das duas pontas: do site que gera o RSS, e do agregador de feeds. Até o momento, apenas o River2 suporta RSS Cloud.
É o primeiro passo rumo aos feeds em tempo real, algo que, se não revolucionará, será um adendo muito bem-vindo a essa extremamente útil ferramenta.
Fonte: Mashable.
Novo ataque afeta versões antigas do WordPress
Um novo tipo de ataque contra blogs que rodam sob WordPress foi descoberto, segundo Lorelle VanFossen. Ele afeta blogs que rodam versões desatualizadas do WordPress (anteriores à 2.8.4), e o número de endereços afetados está crescendo em alta velocidade.
A primeira atitude a tomar é, obviamente, atualizar seu WordPress. Independente de qual versão esteja rodando, atualize o sistema para a 2.8.4 imediatamente. Também é sugerido alterar senhas de acesso ao WordPress, FTP e outras mais que porventura seja usadas, usando sempre senhas fortes – o WordPress possui um verificador de força de senhas embutido.
Para saber se seu blog foi afetado, há duas maneiras:
- Permalinks estranhos, como por exemplo:
example.com/category/post-title/%&(%7B$%7Beval(base64_decode($_SERVER%5BHTTP_REFERER%5D))%7D%7D|.+)&%/. As palavras “eval” e “base64_decode” indicam o problema; - Inclusão de um usuário estranho, geralmente “Administrator (2)”, no rol de usuários do WordPress.
Se um ou ambos os indícios aparecerem em seu blog, é preciso reinstalá-lo completamente. Pelo que se sabe até o momento, o ataque afeta o banco de dados, logo, não basta apenas excluir os arquivos do WordPress e reenviá-los. É necessário exportar o conteúdo usando o sistema nativo do WordPress (Ferramentas [Tools], Exportar [Export]), e importá-lo para uma instalação limpa do sistema. Aproveite e reenvie, também, o próprio WordPress, lembrando de salvar temas, plugins e, principalmente, os arquivos de mídia (/wp-content/uploads).
A Automattic ainda não se pronunciou sobre o assunto. Blogs hospedados no WordPress.com não são afetados. E, mais uma vez, o mundo mostra a importância de manter sistemas, programas e aplicações atualizadas…